design-sem-nome-11

O Instagram foi lançado em 2010 com o objetivo de compartilhar fotos. Com o passar do tempo, a rede social vem se adaptando às novas tendências do mercado. Uma das primeiras mudanças foi a inserção de vídeos que duravam segundos. E com o aparecimento do Snapchat fez com que eles criassem stories e outras ferramentas.

Segundo uma pesquisa do ComScore, 91% dos internautas consomem vídeos online e a maior taxa de espectadores de vídeos da América Latina é no Brasil. Por isso, o CEO do Instagram, Adam Mosseri, comentou com os usuários sobre os planos futuros para a plataforma.

Segundo ele, a rede não terá mais como foco principal ser um aplicativo de compartilhamento de fotos e, sim, um aplicativo de entretenimento e criação de vídeo. O principal objetivo dessa mudança é tornar a competição mais acirrada com o YouTube e o TikTok.

O Insta vem atualizando suas funcionalidades e recentemente retomou a possibilidade de visualização das curtidas e começou a testar a habilitação de linkagem nos stories para alguns usuários que não possuem mais de 10 mil seguidores.

Outras novidades

O aplicativo está desenvolvendo uma ferramenta que permitirá que seus usuários publiquem conteúdos exclusivos para determinado grupo de pessoas que esteja disposto a pagar por isso. É como se fosse a ferramenta “amigos favoritos” quando se limita algum conteúdo só para amigos próximos vejam, mas agora para “amigos pagantes”.

Em outras plataformas, como por exemplo o Youtube, tem uma funcionalidade semelhante a essa estudada pelo Instagram, o “Seja Membro”, no qual o seguidor assina um perfil por R$7,99 e tem diferentes benefícios. No caso do canal do Felipe Neto os membros podem ter: selos de fidelidade ao lado do seu nome em comentários e no chat ao vivo, emoji personalizado, além de decidir conteúdo dos vídeos, cor do cabelo, games, desafios e muito mais.