Mais de R$ 530 milhões foram negociados com anúncios durante as provas, intervalos e ações do Big Brother Brasil (BBB) em 2021. Neste ano, a edição do programa terá 12 cotas de patrocínio, promovendo uma movimentação significativa para os números absolutos do mercado de mídia.

Segundo Leo Soltz, CEO da One Big Media, as diferentes categorias de divulgação que o reality show propõe correspondem a maior visibilidade dos patrocinadores.

“Essa movimentação é significativa para os números absolutos do mercado de mídia e com certeza impacta positivamente marcas como a Americanas, PicPay, Avon e Coca-Cola, empresas já confirmadas como anunciantes da edição que começa no dia 17 de janeiro”, afirma Leo Soltz.

Leo Soltz, CEO da One Big Media
Leo Soltz, CEO da One Big Media (Foto: Divulgação)

Os anúncios no BBB geram uma aproximação muito forte com o público. Um case de sucesso mencionado pelo CEO da One Big Media foi a festa do pijama do programa, que foi patrocinada pelo McDonald’s. As vendas no delivery da empresa explodiram naquela data, pois o público podia se sentir mais próximo fazendo a mesma coisa que os participantes.

Para Leo Soltz, além do sucesso com os anúncios, o reality show também proporciona para as marcas aprendizado sobre estratégias de marketing e influência.

“Posso citar três pontos principais: estratégia omnichannel, relacionamento com a comunidade e a importância de gerar identificação. Nas últimas edições do reality vimos três participantes que trabalharam muito bem as três estratégias citadas e viraram cases: a última vencedora Juliette, Manu Gavassi e Boca Rosa. Todas elas tiveram sucesso em gerar identificação (ponto crucial no marketing de influência), tiveram um excelente suporte das equipes de relacionamento e redes sociais do lado de fora e, durante e após o reality, souberam engajar sua comunidade de fãs”, explica Leo Soltz.

Personalidades Impulsionadas

Para as personalidades que desejam se tornar um digital influencer, o BBB funciona como uma espécie de trampolim. No dia do anúncio da lista de participantes, o número de seguidores dos perfis nas redes sociais já tem um crescimento exponencial.

Mesmo confinados, os participantes necessitam de um time de administradores para produzir conteúdos interessantes nas redes. Segundo Leo Soltz, o grande desafio é manter toda essa audiência adquirida com o impulso do programa engajada ao longo do tempo.

“Uma dica que vale para todos que desejam criar conteúdo para a internet: faça dos dados seu melhor amigo. É preciso analisar a performance do seu conteúdo, fazer testes, entender que formato agrada mais seu público e de que forma o algoritmo de cada plataforma pode te favorecer”, afirma Leo Soltz.

A quantidade de conteúdo disponível no digital é imensa, apresentando mais um desafio para os participantes que podem vir a ser novos influencers.

“Você pode até ter a sorte de produzir conteúdo sobre algo inédito, mas muito provavelmente já existirá algo sobre o tema. O pulo do gato está em ter um olhar autêntico, um enfoque diferente ou um approach que só você tem. Assim, mesmo falando sobre um tema recorrente é possível oferecer um conteúdo original e as chances de conquistar uma audiência que queira consumir o que só você tem a oferecer é muito maior”, recomenda o CEO da One Big Media.