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A criadora Carol Costa, Rafael Coca, da Spark; Arthur Wong, da Samsung, e a influencer Paula Stephania

 

Com a pluralidade de plataformas sociais, os influenciadores passaram a se desdobrar para reproduzir seu conteúdo – e marcar presença – em todos os aplicativos disponíveis, com o intuito de fortalecer suas marcas e engajar diferentes perfis de seguidores.

No painel “O Algoritmo tá on”, no 7º Fórm Marketing de Influência, promovido pelo CECOM, as criadoras de conteúdo Paula Stephânia e Carol Costa, que estão presentes tanto nas redes como na televisão, avaliaram a nova exigência de “estar em todo lugar”. Para Paula, o trabalho vai muito além de simplesmente replicar o perfil em cada uma das plataformas disponíveis.

É preciso adaptar

“Não adianta fazer a mesma coisa em todas. É preciso adaptar o seu conteúdo a cada uma delas. Até porque o Instagram tem uma linguagem e perfil, o TikTok outro, o Twitter outro e assim por diante. Fazer a mesma coisa em todos não agrega em nada”, analisa ela, que é apresentadora do NatGeo Kids e criadora do @stephaniablog.

Carol Costa, que desenvolveu o canal Minhas Plantas, e é apresentadora do GNT e da Band News FM, conta que faz uma análise dos diferentes perfis entre os seguidores. “É bom saber com quem você fala, praticamente desenhar a pessoa. Então, eu sei quem são meus seguidores no Instagram, que tipo de pessoa me assiste e quem me escuta. Você tem que enxergar a pessoa na sua frente para saber adaptar seu conteúdo a ela”.

Narrativa autência

Arthur Wong, diretor de Marketing da Samsung América Latina, reforça o discurso das influenciadoras. “Como a Paula disse, você deve mudar a forma de compartilhar o conteúdo, mas nunca a essência que está presente nele. Quando existe esse conhecimento do seu público, a narrativa se mantém autêntica e o conteúdo é passado de forma natural, o que funciona. Então, é isso: estudar o público, o que funciona em cada plataforma e como passar sua mensagem”.

Assim como os criadores, as marcas também têm estudado a múltipla participação nas redes sociais. Rafael Coca, CEO da Spark, acredita que esse movimento também deve ser feito com cuidado. “Não adianta uma marca querer entrar em uma rede com a qual não se encaixa apenas para estar lá”, diz. Segundo o executivo, é válido realizar um estudo sobre o perfil da marca, a linguagem da rede e os prováveis consumidores de conteúdo em cada plataforma.

Orgânico como termômetro

Quando o assunto é o algoritmo, que consegue definir o alcance de um influenciador, Paula Stephânia afirma que ele é um auxílio positivo, porém confia na resposta natural dos posts. “Meu orgânico sempre funcionou muito bem”, garante.

“Nós temos mídias pagas e vemos o orgânico muito bem também. O que é pago nos ajuda no alcance e garante o retorno financeiro desejado, mas orgânico é um ótimo termômetro. Por isso procuramos ter os dois”, afirma Carol Costa.

Wong, da Samsung, faz eco à ideia da criadora do Minhas Plantas. “Temos que nos adaptar, claro. Criar conteúdo que engaja e uma frequência para a pessoa identificar e ligar o influenciador à marca. E com certeza, o não é preciso excluir uma coisa ou outra, a ideia é que orgânico e mídia paga se somem”.

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