Quem aqui nunca ouviu que o trabalho de influenciador digital é a profissão do momento?
Razões não faltam: tecnologia que avança a cada minuto, geração mais jovem nativa digital,
plataformas monetizando a geração de conteúdo, gente ganhando seguidores e um mercado
de consumo enorme, mas ainda com potencial de crescimento.

Ricardo Wendel, CEO da DIVI•hub
Ricardo Wendel, CEO da DIVI•hub

É por isso que tem muito dinheiro circulando na criação de conteúdo, no mundo da moda e
beleza, nos memes, na política, na religião, nas finanças, nos games. Tudo cabe na tela de
computadores, tablets e smartphones, desde que a criatividade seja uma das qualidades do
criador de conteúdo.

Faz tempo que o mundo digital fez o poder mudar de mãos, das grandes corporações para os
indivíduos. Mas quando a gente fala dos influenciadores, o poder ainda não chegou como
deveria. Não são eles quem está ficando com a melhor e nem com a maior parte desse bolo.
Para a grande maioria, ainda falta autonomia financeira para viver de conteúdo e, por isso
ainda falta para os influenciadores se enxergarem como empresas, como start ups.

Um bom exemplo disso é a dependência que a maioria tem das receitas com publicidade nas
plataformas, o famoso AdSense. Milhões de seguidores que não se revertem em milhões, nem
centenas de reais. Mas quem tem o fã, tem tudo. Ou deveria ter. E os fãs, esses sim, é que
poderiam ser a principal fonte de renda direta para os Influenciadores. Mas por que isso não
acontece?

Porque as grandes plataformas de distribuição de conteúdo ficam com quase todo esse ganho,
repartindo uma fatia muito pequena para a grande massa de influenciadores, sobretudo os
médios e pequenos, mesmo que estejam crescendo aceleradamente.

Recentemente, a mídia especializada trouxe números reveladores levantados pelo Instituto
Atlântico, que ouviu mais de 5 mil criadores e influenciadores: 23% dos creators não
conseguem investir em seus canais, enquanto apenas 14% geram receita superior a R$2,5 mil
por mês. Um abismo quando comparado aos bilhões de dólares investidos pelas marcas, que
circulam pelas plataformas.

E é para revolucionar esse jogo que nasceu a DIVI•hub. Nossa missão é transformar ídolos e
fãs em sócios e impulsionar o sucesso de cada influenciador, turbinado pela paixão dos
seguidores. Ao fazer isso, a gente acredita que é possível transformar os criadores em
empreendedores completos, donos de suas carreiras, de suas receitas e ganhos. E quando for
para dividir, que seja com os fãs, com quem tem participação no sucesso.

Engana-se quem pensa que só aqueles com bases gigantescas vão se dar bem nessa revolução,
nesse novo conceito de negócio. Você que é criador sabe que o que importa é o engajamento.

Quanto mais seus fãs entendem e acreditam que seu projeto tem potencial de sucesso, mais
eles vão investir, formando uma corrente do bem, onde todo mundo ganha.

A 6ª edição do Prêmio Influenciadores Digitais mostrou que tem espaço para o sucesso de
muita gente, com 25 categorias sendo destacadas, como Ativismo, Empoderamento e Body
Positive. E novos segmentos e nichos vão surgir e ganhar importância, então o caminho para a
profissionalização dos creators está aberto.

Se você é influenciador, seja bem vindo à nossa revolução.