um-creator-para-chamar-de-meuAline Hasse, líder de Marketing Digital da Bayer e as influencers do Agro: Simone Dameto (@sidameto), Camila Agro (@camilaagro) e Hellen Ottonelli (@hellenottonelli) 

 
O agronegócio em toda a sua história sempre foi dominado exclusivamente pelo homem. Mas está realidade está mudando como foi abordado no painel Um creator para chamar de meu – Marcas apoiam o desenvolvimento de criadores de conteúdo para cobrir mercados ainda pouco explorados” do 8º Fórum sobre Marketing de Influência – Empreendedores da Comunicação, promovido pela Cecom – Centro de Estudo da Comunicação em parceria com a plataforma Negócios da Comunicação.

Durante a conversa entre a Aline Hasse, Líder de Marketing Digital da Bayer e as influencers do Agro: Camila Agro (@camilaagro), Hellen Ottonelli (@hellenottonelli) e Simone Dameto (@sidameto) muito se falou sobre papel das mulheres na divulgação do agro para o público. Elas sempre quiseram dar voz às mulheres no agronegócio, “Eu comecei sem pretensão nenhuma. Compartilhava a minha vida pessoal no instagram e eu percebi que uma pessoas começaram a se identificar de alguma maneira.”

Barreiras

Existe muita dificuldade por ser mulher em um “universo” masculino. “Cobram muito da gente, as pessoas enviam perguntas desafiadoras para saber se a gente sabe. As pessoas mais velhas na área deveriam agregar e não virar um hater”, diz Hellen Ottonelli.

Hellen Ottonelli estudante de agronomia conta que começou a postar em suas redes sociais, após não passar na faculdade em São Paulo. “Em 2019, já que não passei na faculdade e comecei a postar sobre agro. Em 2 anos não achava que ia chegar aqui. Uma decepção que consegui transformar em algo bom.” ela explica. Hoje, ela reside e estuda em Cuiabá.

Já Camila Lima em 2019 começou a compartilhar sobre sua vida e trabalho e viu um nicho crescer. “ começou nas redes sociais “ Nunca pensei em ser um trabalho e ser uma forma de renda”

As marcas no mundo digital

As empresas com o início da pandemia tiveram que investir em marketing digital, e no papel dos nanos e micro influenciadores digitais. As marcas voltadas para o agronegócio tivera que se reinventar e criar estratégias para dialogar com o público. Para Aline Hasse, Líder de Marketing Digital, da Bayer, hoje temos a mudança de comportamento das marcas, o digital possibilitou a troca e diálogo com as pessoas que consomem o produto. “vocês como criadores de conteúdo têm um papel importante com a audiência”, acrescenta.

As empresas buscam os influenciadores conforme a sazonalidade da safra e a demanda aumentou nos últimos anos. Um conteúdo de qualidade e uma publicidade que siga seu perfil é sempre a melhor forma de se relacionar com seus seguidores. Simone reforça essa ideia: “Faço questão de ter parceiros que realmente eu utilizo no meu dia a dia”.

Saiba mais

Para assistir a live completa do 8º Fórum sobre Marketing de Influência – Empreendedores da Comunicação e do 3º Prêmio Microinfluenciadores, clique aqui.

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