Maíra Azevedo, conhecida também como Tia Má, é jornalista e influenciadora digital, com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram – onde ela mostra seu cotidiano e trabalha temas como relacionamento, trabalho, auto estima, empoderamento feminino e questões raciais.

Ela foi uma das vencedoras do Prêmio Influenciadores Digitais na categoria Opinião e Atualidades e uma das convidadas para uma conversa especial durante o 9º Fórum sobre Marketing de Influência, mediada por Thiago Massari, Líder de Comunicação Integrada da Bayer.

Maíra Azevedo e Thiago Massari

“A Maíra faz um conteúdo que é muito genuíno, não fica mascarando nada e nós vemos que aquilo é ela de verdade, mas isso vai um pouco na contramão do que vemos nas redes sociais, que é um lado mais plastificado da vida”, destaca Thiago Massari.

Maíra Azevedo reconhece que suas redes sociais poderiam ter mais seguidores se ela não fosse tão real e sincera nos conteúdos que produz. “Falar de coisas reais é provocar para que as pessoas saiam do lugar comum”, aponta a influenciadora digital. Muitas pessoas criticam por ela aparecer sem maquiagem, com roupas simples e para ela isso demonstra como as pessoas não querem a realidade nas redes sociais, mas sim um mundo dos sonhos.

“Nós esquecemos que a nossa vida real pode ser o sonho de muita gente, mas vamos criando aquela vida que é inacessível e muitas vezes inalcançável. Conheço muita gente que foi percebendo o quanto essas mentiras virtuais foram nos adoecendo na vida real” destaca Maíra.

Para Tia Má, no inicio da pandemia e das medidas de distanciamento, houve um movimento orgânico nas redes sociais que começou a valorizar os conteúdos mais realistas e verdadeiros. Porém, com a situação voltando ao normal, os influenciadores digitais também voltaram a mostrar uma vida idealizada para seu público. “Muita gente quer acompanhar esses conteúdos mostrando uma vida maravilhosa para conseguir esquecer um pouco da sua realidade” pondera.

A pressão pela produção de conteúdo é um dos temas da sua terapia, algo que a produtora de conteúdo faz questão de destacar. É ela quem cuida de toda a produção de sua rede social e também faz questão de responder a maior quantidade de seguidores possível. O fim do número de curtidas no Instagram ajudou a diminuir a tensão causada pela necessidade de relevância nas redes sociais.

Trabalhando como uma marca

Para conseguir lidar com as questões econômicas do trabalho de influenciador digital, Maíra Azevedo destaca que foi necessário entender que ela também era uma marca. Isso levou a jornalista a buscar informações sobre as marcas que a procuram para fazer publicidade e perceber a responsabilidade que ela tem com seus seguidores. “Fui entendendo que ainda que eu seja pequena perto de algumas marcas, também posso ser usada como um selo de qualidade. Ainda mais sendo uma mulher preta, falando muito sobre autoestima, violência contra a mulher e combate ao racismo, quando uma marca se associa a mim, é como se eu estivesse dando um respaldo a ela, eu sei que as pessoas vão comprar porque acreditam na minha palavra”, relata Tia Má.

Saiba mais

Quer conferir todos os debates e conversas do evento? O 9º Fórum sobre Marketing de Influência está disponível na integra no canal da Negócios da Comunicação.

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