O ano se inicia e junto recebemos milhares de previsões. Algumas realmente novas, outras apenas repaginadas para a mudança de calendário. Desse modo, de uma forma bem sucinta, e bem-humorada, James Gordon-MacIntosh compartilhou um pouco do que ele acredita que vai ser “moda” em 2017. Ou o que pode “sair de moda”. Até as barbas entraram no jogo!

Política de marca

Vamos ver mais marcas solicitadas a exercer seu poder e alcance em 2017, se o Google e Facebook “despriorizando” notícias falsas ou Stop Financing Hate (Pare de Financiar o Ódio) reivindicar mais couro cabeludo. A diferença é que eles serão convidados a fazê-lo pelos clientes.

Ambiental: o novo artesanato

Espera-se que os aspectos ambientais da produção artesanal virão à tona. Na categoria premium, já não é suficiente para ser bem feito; as coisas precisam ser feitas com o devido respeito às pessoas e ao planeta. Grandes marcas terão que construir materiais sustentáveis, produção, transporte e varejo em seus negócios. A sustentabilidade será um fator-chave na prática empresarial.

A era de participação

A idade de observação – “uma marca fez essa coisa legal em um lugar que você nunca ouviu falar e eu fui junto” – vai diminuir. A participação será a ordem do dia: experiências e campanhas que envolvam ou são lideradas por consumidores; Conteúdo social criado pelo que e não para os influenciadores. Se não envolvermos os consumidores, nossas ideias não terão a força que merecem.

Going Live!

Uma referência sem dúvida perdida em muitos leitores, o ao vivo será o novo social. Já não vamos perguntar “Qual é o ângulo digital sobre essa ideia?” Em vez disso, vamos perguntar “Como podemos fazer isso ao vivo?” Graças em grande parte ao Facebook, e com a vinda de Instagram e Twitter, o tempo real será o grande novo desafio em 2017.


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Colaboração de marca

Marcas abrindo seu marketing para realmente envolver influenciadores na forma como eles se comunicam é algo que 2017 será lembrado por. Vamos ver as marcas que permitem que os influenciadores as apresentem para o público, com uma liberdade para interpretar como eles escolherem.

Forte não magro

Ser apto tornou-se o novo símbolo de status. Mesmo enquanto nós torcemos as mãos sobre a crise da obesidade, entre uma audiência jovem, de classe média e relativamente rica, a aptidão é uma nova marca de sucesso. Fotos de abacate em torradas e em suas redes sociais terão o seu pico em 2017. Novas marcas e produtos irão atender à crescente demanda.

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Barbas 

Nenhuma previsão de tendências para 2017 pode deixar de ter uma visão sobre a questão mais importante: o que acontecerá com a barba? Para o meu dinheiro, embora possa tornar-se um pouco mais limpo nos bairros profissionais de nossas principais cidades, a barba está aqui para ficar por um bom seis meses, antes de começar um declínio inevitável.

James Gordon-MacIntosh é sócio-gerente da Hope & Gl.

Fonte: PR Week